Com o aumento da idade ocorre:
• aumento da probabilidade de ocorrência de doenças crônicas – distúrbios cardiovasculares, artrites e artroses, diabetes. Esses processos patológicos interagem e seus efeitos são cumulativos;
• perda da capacidade funcional – com a diminuição da força e da amplitude dos movimentos (e consequentemente, dor) os idosos não conseguem realizar os movimentos de forma livre e correta, ou seja, suas habilidades no trabalho, lazer e até na atividade física são comprometidas;
• aumento da suscetibilidade às lesões – as alterações no tecido muscular, nos discos intervertebrais, tendões, ligamentos e cápsulas articulares aumentam o risco de lesões devido ao esforço repetitivo ou trauma;
• redução do nível de atividade – os efeitos do envelhecimento nos diversos sistemas do organismo, a redução das informações sensoriais e o medo de cair, levam o indivíduo idoso a diminuir seu nível de atividade. Isso gera um ciclo vicioso, já que a atividade física é comprovadamente benéfica para reduzir o declínio funcional associado ao envelhecimento;
• outros – diminuição da estabilidade postural e do equilíbrio, diminuição da acuidade visual e da percepção de profundidade, menor sensibilidade e capacidade de estabilizar a visão durante os movimentos da cabeça, perda de memória, redução das habilidades motoras, mudanças na percepção sensorial.
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