Especificamente com relação ao sistema músculo esquelético, as principais alterações são:
• diminuição do tamanho do músculo;
• diminuição da produção de força muscular;
• redução do movimento articular;
• diminuição da densidade do osso (geralmente a um nível abaixo do limiar de fratura, o que aumenta o risco de fraturas relacionadas com a osteoporose).
Todos os fatores acima citados levam o idoso a uma perda ou diminuição da independência funcional, ou seja, perda da habilidade de realizar suas atividades do cotidiano com destreza e de maneira independente. O Centro Nacional de Estatística da Saúde estima que cerca de 84% das pessoas com 65 anos ou mais são dependentes em suas atividades cotidianas. Estima-se que em 2020 ocorrerá aumento de 84 a 167% no número de idosos com moderada ou grave incapacidade.
Como as limitações funcionais do idoso resultam do somatório de todos os sistemas citados acima, os programas de reabilitação devem levar em consideração o indivíduo como um todo. A atividade física regular pode retardar e/ou diminuir os efeitos do envelhecimento, seja ela feita precocemente (na fase jovem e adulta) ou realizada na terceira idade.
Os benefícios da atividade física para os idosos são:
• melhora do funcionamento cardiovascular;
• aumento da força muscular, o que auxilia na manutenção ou recuperação da independência;
• manutenção ou melhora da flexibilidade;
• aumento da coordenação e do equilíbrio;
• aumento da velocidade dos movimentos.
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