No mercado, existem diversos métodos de contracepção, todos eficazes. A escolha depende da adaptação de cada mulher.
Entre o que há de mais moderno, atualmente, para evitar a gravidez, estão as pílulas de baixa dosagem hormonal. Apresentam um mínimo de efeitos colaterais e não causam alteração de peso corporal.
Conheça mais opções de anticoncepcionais:
Anel vaginal - pode ser colocado pela própria paciente e impede que ela ovule, liberando hormônios quando em contato com a mucosa. Deve ser usado por três semanas, seguido de uma de descanso.
“Outra opção é o implante de um bastonete sob a pele, com duração de três anos”, afirma Dr. Edilson Ogeda, ginecologista e obstetra do Hospital Samaritano.
Há também o anticoncepcional transdérmico. Um adesivo que também tem ação por três semanas, com uma de descanso. Além dos tradicionais: preservativos masculino e feminino, pílula, método hormonal injetável mensal ou trimestral, dispositivo intra-uterino (DIU), diafragma, espermicidas e a tabelinha. Para os casais que não desejam mais ter filhos, existem ainda as cirurgias de ligadura de trompas, na mulher, e a vasectomia, no homem.
Segundo Dr. Ogeda, o uso de anticoncepcionais minimiza os efeitos da tensão pré-menstrual, a cólica e o fluxo menstrual. Atualmente, também já estão disponíveis contraceptivos que combatem os efeitos androgênicos, como: acne, oleosidade da pele e aumento de pêlos corporais, entre outros. “Os métodos de contracepção que bloqueiam a ovulação – todos os hormonais – são mais eficazes, bem como os que não dependem da memória”, explica o especialista.
Vale lembrar, entretanto, que qualquer um dos métodos contraceptivos deve ser orientado pelo ginecologista e nenhum anticoncepcional previne contra doenças sexualmente transmissíveis. A camisinha deve sempre ser usada.
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